domingo, 18 de março de 2012

À caminho da casa de oração



18/03/2012

Desafiei o vazio caminhando em direção à casa de oração. A vida nos prega muitas peças... hoje pela manhã assisti desenho animado sobre a vida de Paulo de Tarso. Eu, que cheguei a me declarar atéia, cá estou professando fé em Deus. Afinal, antes da decisão recente de fazer um estudo aprofundado, do evangelho que iniciei hoje, me senti poeira diante de um mundo tão pequeno diante do universo que é regido por uma lei permeada pelo equilibrio. É improvável que tenhamos surgido a partir do nada, de uma grande explosão ou de uma evolução.... ou seja lá qual for a teoria.

Antes de relatar minha atual experiência é necessário mencionar que semanas antes estava na padaria com papéis, caderno e o livro A Cabana numa pasta transparente. Justamente por causa do livro conheci o teológo que me falou da igreja. Conversamos durante algumas horas, foi tudo inusitado. Hoje, me direcionei até a igreja, mesmo sem fé, em busca do conhecimento bíblico. Fizemos o estudo, a noite houve sermão, louvores e a necessidade de se apegar a crença de que Deus está vivo, capaz de operar milagres na vida de quem está enfermo. Há uma pessoa próxima, internada, que foi submetida à cirurgia  para retirada de tumor cerebral. Ontem, teve que se submeter a nova cirurgia. 
Curisosamente meu filho, que nada sabia sobre os procedimentos cirurgicos, enfaixou a cabeça do brinquedo e disse: ele está doente. Tive que levá-lo comigo, no recinto haviam outras crianças. Notei que ele, por ser novato, fazia o máximo para se enturmar com as demais crianças. Quando o assunto é brincadeira, elas se entendem, ou pelo menos deveria ser assim. Ele ainda é muito ingênuo, buscava se aproximar com felicidade enstusiamática. Notei que só havia entusiasmo por parte dele, infelizmente. Não demorou para ele se machucar. Com o lábio superior inchado... segui em busca de uma pedra de gelo enquanto questionava se deveria ou não ir para casa. De tão feliz nem reclamou. Ele que não gosta de gelo, permitiu que eu aplicasse no local.


Há quem afirme:

Religiosidade, crenças, adoração a deuses ou qualquer outro tipo de fobia inserida na mente de crianças é de uma violência ímpar e o ato me causa ojeriza.

Concordo parcialmente, adoração à deuses também me incomoda. 

Possivelmente ontem foi um dos dias mais felizes. Me emocionei enquanto uma criança cantava ao lado da mãe, louvores ao Deus soberano. Sem base, sem crenças, sem religião; o que mais encontro no caminho... e pior, não me refiro à adultos, estou falando de crianças que encontro no caminho... ouvindo músicas pornográficas que fazem questão de cantar e dançar. Isso sim, me causa ojeriza.
 Aquela menina que me emocionou cantava com a pureza de uma menina. Não há pureza senão através da leitura e prática do evangelho. E ainda assim, somos bombardeados por leis e circunstâncias vão de encontro aos ensinamentos de Cristo, apóstolos e demais mensageiros de Deus. 


Em meio ao caos, cheguei a duvidar da existência de Deus, questionar qual o verdadeiro caminho à ser seguido. Sao tantas religiões, seitas e crenças que o homem se devia do propósito divino. É mais fácil um cientista ser exaltado do que o Deus vivo que rege todo equilíbrio cósmico e nos concede a graça de estamos vivos. Se o mundo é um antro de maldade, fomos admoestados com a prática da bondade. E mesmo que pareça utópico, quando se tem amor no coração encontra-se a paz de Cristo. E apesar de não sentir o altruísmo, caminho, seguindo os passos de quem venceu o mundo, pois nada daqui levaremos senão a certeza de que não devemos esperar recompensas nesse mundo limitado à destruição. 

Jesus sofreu até a morte e mesmo que eu não acredite na ressurreição, nem acredite em milagres; sigo, em busca do entendimento que aos poucos me conduz ao compromisso de pelo menos conhecer o que em muitos momentos julguei ser assunto de crente fanático e semi analfabeto. O mais interessante nisso tudo, é que os mesmos são os que mais leem e conhecem a bíblia... são criticados por serem desinformados, pois a maioria pertence a uma classe menos favorecida e apesar do pouco estudo se esforça para compreender o que está contido nas escrituras sagradas. Questiono se quem possui instrução e uma boa educação, dedica sequer tempo para ler a bíblia. No meu caso, não. Nunca li... senão quando fiz primeira comunhão e nada do que li era lido ou posto em prática no lar.

Pois bem, de agora em diante declarmo-me atenta ao evangelho  e portanto finalizo com a seguinte asserção: Romanos 1.20-23.



domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma Árvore na Estrada de Belém


O que vos escrevo é um relato. Antecipo que a veracidade dos acontecimentos me conduziu a compartilhá-los com vocês.

Sob a ótica descrente e retalhada em perguntas sem respostas, todos os dogmas que um dia professei diante da precipitada fé, foram por mim renegados. Em meio à perguntas sem respostas, concluí que não se pode professar uma crença sem compreender a luz da sua essência.

Guirlanda de sentimentos... me declaro atéia e de repente questiono a possibilidade de termos evoluído. Antes da vida, o universo. Anterior ao universo? O mistério... que rege a ótica cósmica da existência. É um paradoxo, diante da pluralidade, do sincretismo religioso; não sermos influênciados pelas questões culturais. O cientificismo é um grande aliado no processo de decisão quando se há liberdade de analisarmos criticamente com base em critérios voltados para o auto - conhecimento. Uma proposta disciplinar para o sistema educacional se debruçar, seria a possibilidade do estudo das religiões associado ao estudo da Ética e Cidadania.

Ontem acordei com vontade de ler a bíblia, com vontade de me aproximar do criador ou pelo menos dessa crença de que somos criaturas. Findei me perdendo na escuridão antropocêntrica tal qual o homem do período barroco. O conflito mais obtuso que me leva a negar Deus e ao mesmo tempo não acreditar numa teoria qualquer... Seríamos frutos do Big Ban? Frutos uma geração expontânea? Seríamos um delírio da mente, uma espécie de ser que precisa ser ameaçada, com o enxofre do inferno e poeiras de maldição, para amarmos uns aos outros e vivermos sob o teto do amor altruísta-cristão?

Saí de casa pensando em ir ao cinema. Almocei com a mesma pessoa que guardou na mochila a bíblia Almeida com capa rosa e desenho de folhas de outono que comprei emocionada. Me permitam descrever tal momento.

Entrei numa loja evangélica em busca da bíblia Almeida. Me deparei com uma bíblia preta, grandes letras, porém sem o menor traço de feminilidade. Vi algumas de capa dura, cor de rosa etc, nenhuma me agradou. Percebendo o desdém declarado, a vendedora me trouxe mais três modelos. Não hesitei, diante de um exemplar cuja capa é rosa, com zíper e folhas de outono em sua face emborrachada. Me emocionei até.

Após almoçar atinei que havia deixado na mochila de quem se despediu de mim e após telefonema me informou a impossibilidade de devolver o esquecimento naquele dia. Pois bem, adiei a leitura da bíblia insatisfeita. Segui apressada me dirigindo à uma livraria em busca do Livro das Virtudes de William J. Bennet. Diante do preço imposto... optei por outras leituras. Comprei dois livros de Huberto Rohden. Em Comunhão com Deus e A Mensagem Viva do Cristo. Antes disso passei por uma igreja evangélica. Lá chegando, notei que as pessoas saíam e confirmei... o culto havia encerrado. Queria conversar com algum líder religioso. Findei, já no coletivo, passando por uma igreja católica. Levantei hesitante, sinalizei que desceria, mas o motorista não abriu. Desisti... não estava convicta. Um jovem, ao me observar sem que eu notasse, gritou insistente até que o ônibus, já em movimento, parou.

Subi as escadas sem ouvir claramente o que o padre dizia. Ao pôr os pés dentro da igreja ele concluia uma passagem sobre o deserto. Fiquei algum tempo em pé, sacristia cheia. Me trouxeram uma cadeira, esperei que fosse posta num local, por essa mesma pessoa, determinado. Me sentia pouco à vontade. Sentei ao lado de um senhor muito simpático, porém notei que, entre ele e as demais pessoas, havia uma pilastra. Exalava um certo odor, inicialmente me irritei. Escutava o sermão indignada. Pensei: nunca venho à igreja, quantos anos fazem que reneguei o catolicismo? Até que lembrei da Madre Teresa de Calcutá. Compreendi e ao invés de querer sair dali me aproximei daquele ancião que se revelou um anfitrião.

Durante os ritos não participei plenamente. Às vezes levantava, às vezes não. Na hora de saudarmos uns aos outros, ele foi o primeiro a me estender a mão. - A paz de Cristo, disse ele. Respondi meneando a cabeça. Na hora de receber a hóstia, levantou sorridente. Ao chegar me disse afetuosamente querendo me convidar a fazê- lo também: fui comungar com Cristo. Aquelas palavras me levaram a concordar com a voz íntima que me convencia a fazer uma experiência mesmo sem ter fé, mesmo sem ter me confessado à Deus, quiçá ao padre. Eu que fui batizada e catequizada e depois reneguei a fé, caminhei à caminho da hóstia sagrada. À caminho do corpo de Cristo e pensei: se não estou em comunhão com ele, acredito que de algum modo ele estará dentro de mim.

Um pouco nervosa, como se confessasse naquele momento o meu pecado, olhei nos olhos do padre e agradeci com um tímido obrigada. Agradeci como quem agradece ao ser perdoado por alguém que desconhece a angústia de se sentir excomungado da sociedade e do reino de um Deus que nem sei se acredito, mas que um dia acreditei. Me perguntei o que fazia ali. Por instantes observei o menino, segurava a bandeja refletindo tal qual um espelho diante da inocência. Parei naquele momento. Saí com a hóstia na mão, fugindo do menino, do padre e de mim mesma. Um conflito sanado no céu da boca. Grudou ali feito carne, até dissolver. Restando uma parte, empurrei com a língua, querendo pôr ao fim a imagem da hóstia. 

Regressando, me sentei ao lado do tal senhor. Ajoelhada encostei a cabeça nas costas da cadeira e senti umidade no olhar. De olhos fechados não falei com Deus, seria hipócrita de minha parte dizer que dali em diante me tornaria Cristã movida pela cegueira de uma súbia fé. Nem mesmo conheço a biografia de Jesus. Pedi um sinal, pedi perdão pela minha insignificância de ser pedra, pó. Agradeci a existência da minha alma, agradeci por não ser eterna.

 Ao me despedir da catedral, atravessando a estrada de Belém, me deparei com tal árvore, o mar vermelho e com a surpresa de ter tantas vezes passado por ali e só ter visto a arte, recente, naquele momento.

Agradeço aos leitores que me acompanharam até o final.




 De agora em diante me chamo Ácácia Estrada (de Belém).

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O Episódio da Mulher Adúltera e Outras Questões

JOÃO 8

A mulher adúltera 

1 Mas Jesus foi para o Monte das Oliveiras.

2 Pela manhã cedo voltou ao templo, e todo o povo vinha ter com ele; e Jesus, sentando-se o ensinava.

3 Então os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio,

4 disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério.

5 Ora, Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?

6 Isto diziam eles, tentando-o, para terem de que o acusar. Jesus, porém, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo.

7 Mas, como insistissem em perguntar-lhe, ergueu-se e disse-lhes: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra.

8 E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.

9 Quando ouviram isto foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, até os últimos; ficou só Jesus, e a mulher ali em pé.

10 Então, erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém senão a mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?

11 Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais.

Introdução

Embora descrente e sem religião, através da leitura do livro Ágape, cujo autor é o Padre Marcelo Rossi, posso afirmar que a simplicidade do livro e o modo como o mesmo foi desenvolvido, sob a luz reflexiva do amor descrito na bíblia, me chamou atenção de tal modo que despertou minha curiosidade e cá estou eu, iniciando estudos e debates. 

O exemplo da Madre Teresa de Calcutá é tocante. O amor incondicional ao próximo demonstra fidelidade aos ensinamentos de Cristo e muita abdicação. Independente da crença religiosa, o altruísmo, a compaixão, o modo como o indivíduo conduz a sua vida etc é o que de fato importa. Ela devotou sua vida a fazer o bem ao próximo. Há uma passagem no livro Ágape (página 65, último parágrafo) que descreve uma determinada situação. Poucas pessoas se dispõem a ajudar alguém em estado depressivo. Madre Teresa de Calcutá conseguiu modificar a vida daquele ancião e certamente de quem estava em sua volta. Aquele senhor precisava de uma palavra amiga e a sociedade deu as costas para ele.

 Posso citar um caso semelhante no bairro onde resido. Criticam a dona de casa divorciada e  depressiva que mora com os filhos. Resumindo, falam mal dela e nem a família toma uma atitude para apoiá la a superar a difícil situação. Ela retirou um cisto e um nódulo do seio recentemente, não havia ninguém disposto a cuidar dessa mulher. Resumindo, demorou a sarar e infeccionou. Atualmente ela está bem, na medida do possível. A cirurgia já foi cicatrizada.

De toda obra, o que mais me chamou atenção foi a simplicidade de Jesus ao lavar os pés dos discípulos, mas tal passagem é assunto para outro dia. No presente momento a seguinte frase é motivo de reflexão: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra.

Desenvolovimento

Somos falhos, imperfeitos e desconhecemos o futuro. Apesar da busca incessante em desvendarmos enigma, iniciarmos uma jornada espacial etc, o ser humano não se conhece. Reconhecer que somos pecadores chega a ser uma imposição. O sentimento de culpa está sempre entre a emoção e a razão, mas afinal, se Jesus foi incapaz de julgar a mulher adúltera e a mesma escapou de ser apedrejada, como é possível, após tal episódio manterem tal tipo de condenação? Recentemente a iraniana Sakineh Mohammadie Ashtiani foi condenada pelo mesmo motivo descrito no capítulo 8 de João. Ou seja, quanto tempo depois de Cristo?


Durante uma conversa com o cristão, Honestino ele citou uma passagem que fala sobre anátema. Gálatas, capítulo 1, versículo 8.

8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema.

9 Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.


Anátema quer dizer maldição e sua punição é semelhante a apostasia que uma determinada religião condena à morte. De acordo com a Wikipédia anátema é:


No cristianismo, é a maior e a pior sentença de excomunhão da Igreja, onde o anátemo, além de ser expulso da igreja com todos seus ritos eucarísticos e todas as atividades voltadas ao fiéis, ainda é considerado como amaldiçoado pelo sacerdote. Os anátemas acontecem em celebrações públicas e são feitas por pontífices maiores, como bispos e cardeais. Em algumas tradições cristãs existem ritos específicos para o anátema.[1]. O anátema é o mais severo caso de excomunhão, ocorrendo somente nos piores casos possíveis de heresia contra a fé.
 


Conclusão

Para se ter fé em algo é necessário compreendermos o que nos é revelado. Se Jesus levou aqueles homens à reflexão acerca de uma condição pecaminosa e inerente a raça humana, é mister que, em pleno século XXI, levando se em consideração as alteridades, um caso que se passou na época de Cristo e retoma aplicado de modo polêmico nos tempos atuais, é questionável o sentido Cristão de tais condutas.

Lanço uma pergunta aos estudiosos, por gentileza queiram citar fontes e sugestões de leituras se possível, após o ocorrido as leis de Moisés continuaram vigorando? Poderiam tecer comentários sobre as condenações aplicadas em todos os casos de transgressões naquele dado período e sua evolução?

Se em dado momento me equivoquei, por gentileza fiquem à vontade para tecer comentários. Me despeço na esperança de um possível diálogo. Que a luz da reflexão seja uma busca constante em nossa jornada.


Fontes


- ROSSI, Marcelo. Ágape - 2.ed. - São Paulo: Globo 2010. p. 65
 
- Expresso. http://aeiou.expresso.pt/iraniana-pode-ser-apedrejada-ate-a-morte=f592348. Acesso em: 24/02

- Wikipédia.  http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1tema. Acesso em: 24/02



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Teoria de Uma Atéia

Inspirada na asserção do Dr. Daniel Dannett: nos tornamos maiores do que Deus.

Antes do universo
havia um buraco
e ele era negro
e nele habitava uma era
até que um dia  paril
cuspindo vida magnetica
galáxias, estrelas, atmosferas
celebram horas... Big Bang
celebram a evoluçãoo das espécies
e dizem que nos tornamos maiores
Maiores do que os deuses da terra
Pois apesar de ser atéia eu diria...
Que especie é essa que vive em guerra?
Se Deus realmente existe imagino que dirá um dia
- Buraco negro se alimente de toda matéria
A minha ciração está condenada a morte
Foi um grande erro, olha só quanta miséria...







domingo, 19 de fevereiro de 2012

Adiando mais uma vez

Desculpem a correria, tenho escrito sem me preocupar com acentuação etc, Intencionava me debruçar aqui no blog e escrever resenhas sobre o cristianismo. Depois de ler o debate findei repensando o propósito do blog, numa tentativa de expôr os dois lados: cristianismo e ateísmo. Não sou referencia intelectual, mas certas coisas são óbvias... se a teoria do big bang é referência para o Dr. Daniel Dannett eu diria que ainda assim, antes do primeiro ser vivo, havia o universo. Para que os fenômenos naturais resultassem numa mistura quimica que resultou na primeira célula foi necessário existir todos os elementos naturais. Antes do universo, o que havia? Isso me intriga e....

Gostaria de me prolongar... devido a certas prioridades que estipulei de ontem para hoje, adiarei novas postagens. É que estou surtando aqui pra deixar a casa em ordem. Em breve me submeterei a uma cirurgia gástrica, pois tenho Hérnia de Hiato e Barret. Quero tudo no devido lugar antes de ir para o hospital. Ainda não sei a data, por isso estou numa correria contra o tempo.

Felicidades, queridos leitores e para quem vai brincar o carnaval, boa diversão e prudência.

Beijos

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Peregrino Cristão: DEBATE: DEUS EXISTE?

O Peregrino Cristão: DEBATE: DEUS EXISTE?: Em entrevista publicada pela revista Superinteressante  o cardeal arcebispo da cidade de São Paulo,  Dom Odilo Scherer, e o filósofo americ...

Para ver na íntegra clique no link O Peregrino Cristão.

Não gostei do debate, considero que foi apressado e o filosofo nao soube respeitar alteridades, faltou um pouco de humildade da parte dele. Pelo menos, foi essa a impressao que tive. O filosofo Daniel logo no inicio do debate já afirmou "nos tornamos maiores do que Deus".

 Sou ateia e nem por isso critico ou banalizo quem tem fe ou segue uma religiao. Fica para amanha o texto sobre a tal passagem da biblia sobre a mulher adultera. Antes quero comentar mais sobre tal debate, não da pra ficar calada.

Me senti agraciada com a visita e participação do autor do blog Psicologia Espiritual. Guilio Romeo que é professor de ciencias da religiao. Agradeço a todos os leitores desde ja, sem mais delongas me despeço. Felicidades!


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A Primeira Leitura Sugerida

O motivo de ter criado mais um link de postagens com teor poético é pelo simples fato de falar de um princípio básico: moral. Quem acompanha o blog 100dversos compreende muito bem o motivo de minha preocupação... a maioria do conteúdo é auto biográfico e se não tenho amigos por perto, pelo menos os leitores me visitam. Escrevo mais para mim do que para eles, afinal escrever sempre foi um processo catartico. Após ler o livro cristão Ágape, me senti tocada. Com o propósito de mergulhar nesse momento de reflexão moral, eu que sou leiga, cética, descrente de doutrinas e milagres, optei por ler a bíblia no intiuito de compreende la e através desse espaço trocar ideias com os leitores e estudiosos que se proponham a interagir dialogando sobre o assunto ou simplesmente acompanhando a leitura para depois fazermos juntos uma possível releitura . Proponho uma parceria nesse estudo que inicio. Seja como for, meu compromisso está sacramentado desde já.  Voltemos o nosso olhar para debates simples acerca do homem, da fé e de sua conduta moral.

A primeira postagem será sobre A Mulher Adúltera. Vamos caminhar juntos? Sugiro a leitura do Capítulo 8, versículo 1-10 do Evangelho de São João.

Por hoje me despeço e obrigada por me fazer companhia nessa nova jornada.Sejam todos bem vindos!